Novo espaço cultural promete experiências imersivas e preservação do patrimônio
A cidade de Leopoldina, na Zona da Mata mineira, acaba de abrir as portas da Casa da Memória, um novo equipamento cultural que visa preservar a história regional e o desenvolvimento industrial. Localizada em um casarão da década de 1950, a Casa da Memória combina a conservação do patrimônio histórico com recursos tecnológicos contemporâneos, como inteligência artificial e experiências sensoriais.
O projeto, mantido pela Fundação Ormeo Junqueira Botelho e patrocinado pelo Grupo Energisa, foi viabilizado através da Lei Federal de Incentivo à Cultura. A Casa integra a “Rota Luz de Minas”, um roteiro turístico que busca impulsionar a economia local, conectando o legado da eletrificação brasileira ao potencial criativo das cidades do interior de Minas Gerais. O espaço conta com uma estrutura museográfica que utiliza projeções mapeadas e instalações audiovisuais para contar a história da formação urbana e industrial da região, incluindo registros históricos como trechos do diário de Getúlio Vargas. Além disso, o Lab Memória, que oferece ferramentas de impressão 3D, busca transformar o local em um núcleo de pesquisa e formação técnica, promovendo a conexão entre a memória histórica e a economia digital.