PADRASTO ADOTA ENTEADA EM JUIZ DE FORA APÓS MORTE DA MÃE
Arilson Monteiro fortalece laço com Lara Bertelli, que o considera seu 'paizão'
Em Juiz de Fora, a história de Lara Bertelli, de 23 anos, e seu padrasto, Arilson Monteiro, de 43, emociona e inspira. Após a morte da mãe de Lara em 2015, Arilson não apenas assumiu um papel mais ativo em sua vida, mas decidiu oficializar essa relação ao adotar a jovem em 2016. Lara, que sempre o viu como uma figura paternal, relembra momentos marcantes de sua infância, como quando ele a ajudou a vender rifas para comprar seu primeiro celular.
A adoção, reconhecida pela Justiça em 7 de julho de 2016, foi um marco que Lara eternizou com uma tatuagem. Ela destaca que, mesmo com a presença do pai biológico na época, Arilson sempre foi seu verdadeiro pai. “Ele nunca soltou a minha mão. Lutou até o fim para ser definitivamente o meu pai”, afirma.
A relação entre os dois se fortaleceu ainda mais após a perda da mãe de Lara, com Arilson se tornando um porto seguro em momentos difíceis. Ele a apoiou em suas escolhas, incluindo sua decisão de entrar na universidade e, mais recentemente, na gravidez da jovem. “Ele disse: ‘A gente vai cuidar. Vai fazer tudo o que puder por ela'”, relembra Lara, que considera Arilson não apenas um pai, mas também um amigo e herói.
Hoje, Arilson é uma presença constante na vida da neta de Lara, que o chama carinhosamente de ‘vovô’. A história de Lara e Arilson é um exemplo de como laços familiares podem ir além do sangue, mostrando que o amor e o cuidado são o que realmente definem uma família.