Antônio Guilherme, presidente do Conselho da AeC, detalha a nova fase da empresa em entrevista.
Antônio Guilherme Noronha, acionista e presidente do Conselho de Administração da AeC, anunciou a expansão da empresa no Nordeste em entrevista durante a temporada Minas S/A Legados. A AeC, que se consolidou como referência em atendimento ao cliente, tem ampliado suas operações em várias cidades nordestinas, criando oportunidades de emprego e renda em regiões menos favorecidas.
Com um histórico que remonta a 1992, quando foi fundada como uma revenda de software, a AeC evoluiu para se tornar uma das maiores centrais de atendimento da América Latina. Noronha destaca que, atualmente, a empresa possui 55 mil colaboradores e está presente em localidades como Campina Grande, onde é o maior empregador da cidade, e em outras cidades como Mossoró e Juazeiro do Norte.
“Acreditamos que a interiorização é fundamental para não competir com o turismo nas capitais. Estamos focados em cidades do interior, onde a demanda por empregos é alta e o potencial de crescimento é significativo”, afirmou Noronha. Ele também ressaltou que a AeC tem investido em tecnologia e treinamento, com 95% das chamadas sendo receptivas, o que demonstra uma mudança no perfil de atendimento da empresa.
Em 2025, a AeC registrou uma receita bruta de R$ 2,7 bilhões e um EBITDA de quase R$ 300 milhões, números que sustentam o plano de expansão. Noronha acredita que a empresa deve continuar a crescer de forma sustentável, mesmo em um cenário econômico desafiador. “Estamos sempre buscando novas oportunidades, mas com cautela, focando em reinvestir nossos lucros para garantir um crescimento sólido”, concluiu.
A AeC não apenas gera empregos, mas também transforma vidas, promovendo a inclusão de jovens no mercado de trabalho formal. O compromisso da empresa com a responsabilidade social foi reconhecido pelo Ministério do Desenvolvimento Social, que premiou a AeC por converter beneficiários do Bolsa Família em trabalhadores com carteira assinada.
