Réu já havia sido condenado por liderar milícia armada e enfrenta outras acusações.
Um ex-policial civil de Ubá, na Zona da Mata mineira, foi condenado por dificultar a obtenção de provas em investigações conduzidas pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco). A pena imposta ao réu é de quatro anos, dez meses e 15 dias em regime semiaberto, além de 141 dias de multas. De acordo com o Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), o ex-policial teria apagado evidências contidas em dispositivos eletrônicos à distância.
Este ano, o ex-policial também foi condenado por liderar uma milícia privada armada na mesma região, recebendo uma pena de 11 anos e três meses de prisão em regime fechado, pelos crimes de milícia privada armada e corrupção passiva. Além disso, ele foi afastado do cargo público e está preso desde 28 de novembro de 2024.
O condenado ainda responde a outra ação penal na comarca de Ubá, onde é acusado de 272 crimes de corrupção, evidenciando a gravidade de suas ações e a extensão de sua atuação criminosa na região.