Novas obras e recursos foram divulgados durante a transferência simbólica da capital para Ubá.
O governador de Minas Gerais, Mateus Simões, anunciou nesta terça-feira (31) um pacote de investimentos significativos para a Zona da Mata, abrangendo as cidades de Ubá, Leopoldina, Juiz de Fora e Cataguases. Entre as principais medidas, está a construção de uma nova unidade da Universidade do Estado de Minas Gerais (UEMG), que sofreu danos severos durante as enchentes que atingiram a região entre os dias 23 e 24 de fevereiro.
Simões também destacou a liberação de R$ 48 milhões para a reconstrução de quatro pontes em Ubá, que foram danificadas pelas fortes chuvas. “Essas pontes são essenciais para o funcionamento da cidade. O dinheiro já está garantido e deve ser repassado à prefeitura até junho, antes do período eleitoral”, afirmou o governador durante a coletiva de imprensa.
A coletiva marcou o início das atividades de Ubá como a capital simbólica de Minas Gerais, um evento que se estenderá até a sexta-feira (3) como parte do projeto ‘Governo Presente’, que visa a presença do governo em todas as regiões do estado. Durante esse período, a população poderá acessar serviços de várias secretarias estaduais, incluindo agendamentos para a nova carteira de identidade e orientações sobre cadastro para produtores rurais.
Além da nova unidade da UEMG e das pontes, o governador anunciou outros investimentos para a região, como a instalação de um Colégio Militar em Leopoldina, a liberação de R$ 4,7 milhões para um novo centro de pesquisas em Juiz de Fora, e R$ 8 milhões destinados ao Hospital Maternidade Therezinha de Jesus, também em Juiz de Fora. Também foi confirmada a verba de R$ 2,8 milhões para uma nova unidade de saúde em Ubá e investimentos em equipamentos para a Policlínica local.
A iniciativa ‘Governo Presente’ não apenas reafirma o compromisso do governo com a recuperação da Zona da Mata, mas também busca proporcionar à população acesso a serviços essenciais durante a transferência da capital, promovendo uma interação direta entre o governo e os cidadãos da região.
