Durante reunião da Câmara Municipal, parlamentar aborda falhas em serviços públicos e denuncia problemas de infraestrutura.
Durante a reunião ordinária da Câmara Municipal de Ubá, realizada na última segunda-feira (13), o vereador André Alves fez um pronunciamento contundente, abordando questões que afetam diretamente a população local. Entre os temas discutidos, o vereador destacou a terceirização de serviços, criticou a gestão de resíduos e pediu mais transparência no uso de recursos públicos.
André Alves expressou indignação em relação à situação dos trabalhadores da empresa Terceiriza Brasil, ressaltando a necessidade de uma fiscalização mais rigorosa dos contratos pelo Executivo municipal. “É inadmissível que quem trabalha não receba”, afirmou, ao relatar casos de funcionários com salários atrasados e dificuldades financeiras para arcar com contas básicas.
O vereador também comentou sobre a derrubada do veto do Executivo às emendas relacionadas ao ISSQN, que garante a manutenção de alíquotas reduzidas para determinados setores. Ele classificou essa decisão como uma “vitória da população ubaense” e agradeceu o apoio dos colegas parlamentares.
Na área ambiental, André Alves criticou o despejo de esgoto no rio por um caminhão da Copasa, chamando a situação de “vergonhosa” e pedindo mais fiscalização. O parlamentar ainda alertou sobre o lixão a céu aberto no bairro Rosa de Toledo, formado após uma enchente, e solicitou medidas urgentes para a limpeza e conscientização da população.
Problemas de mobilidade urbana também foram abordados, com o vereador relatando a interdição de uma ponte na região da “Zoeira” devido ao acúmulo de cascalho. Ele cobrou agilidade do poder público para resolver questões emergenciais e sugeriu a instalação de pontes móveis do Exército em áreas estratégicas da cidade.
Por fim, André Alves voltou a exigir transparência ao comentar sobre a revisão de contratos relacionados ao fornecimento de combustíveis, que totalizam cerca de R$ 9 milhões. Ele lembrou denúncias anteriores sobre irregularidades e solicitou respostas formais aos requerimentos já apresentados, afirmando que a população precisa saber como o dinheiro público está sendo utilizado.
