GABRIEL AZEVEDO CRITICA CANDIDATURA DE ZEMA À PRESIDÊNCIA E DESTACA GESTÃO
Pré-candidato do MDB ao governo de Minas afirma que ex-governador será julgado por suas ações.
O pré-candidato do MDB ao governo de Minas Gerais, Gabriel Azevedo, afirmou que o ex-governador Romeu Zema (Novo) não conseguirá repetir a imagem de ‘novidade’ que o levou ao Palácio Tiradentes em 2018. Em entrevista nesta quinta-feira (16), Azevedo destacou que Zema ‘será julgado pelo que fez’ e que a gestão atual será um tema central na campanha presidencial do ex-governador.
Azevedo comparou o cenário atual ao de 2018, quando Zema foi eleito sem grande reconhecimento do eleitorado. ‘Quem foi o último governador eleito de Minas Gerais? Romeu Zema. Nos meses que antecederam a eleição, ninguém sabia da existência do tal do Romeu Zema’, lembrou. Contudo, ele acredita que a situação mudou e que Zema agora possui um histórico de gestão que será analisado pelos eleitores.
O pré-candidato também criticou os índices de violência e feminicídio em Minas durante a gestão de Zema, questionando sua capacidade de lidar com problemas semelhantes em uma possível presidência. ‘O senhor vai deixar o feminicídio aumentar no Brasil?’, indagou Azevedo, referindo-se ao aumento do feminicídio no estado durante a administração do ex-governador.
Além disso, Azevedo ironizou a polêmica sobre o esvaziamento do Palácio das Mangabeiras, sugerindo que Zema poderia adotar a mesma postura no Palácio da Alvorada, caso eleito. Ele também mencionou investigações em curso sobre a retirada de bens do Palácio das Mangabeiras, que é tombado como patrimônio histórico.
Por fim, Azevedo ressaltou sua trajetória política, lembrando sua experiência como vereador e presidente da Câmara Municipal de Belo Horizonte, e afirmou que também deve ser julgado pelo que fez em sua carreira pública, destacando suas iniciativas voltadas para a juventude e a educação.