Até julho, quem não alcançar 10% nas pesquisas poderá ficar fora da disputa
A corrida eleitoral para o governo de Minas Gerais está prestes a ganhar contornos definitivos, com os pré-candidatos se preparando para um cenário competitivo. O senador Rodrigo Pacheco (PSB) anunciou que pode tomar uma decisão sobre sua candidatura até o final deste mês, embora sua demora possa ter custado o apoio do presidente Lula (PT).
Cleitinho Azevedo, do Republicanos e líder nas pesquisas, ainda não se manifestou publicamente, mas está organizando sua equipe e buscando alianças com partidos que possam oferecer tempo de TV e recursos financeiros. Por sua vez, Alexandre Kalil, do PDT, planeja visitar cidades do interior na próxima semana para fortalecer sua presença.
Gabriel Azevedo, do MDB, esteve em Brasília na quarta-feira (6) buscando apoio político e financeiro para sua candidatura. O atual governador, Mateus Simões (PSD), também está mobilizando a máquina pública para sua campanha. Contudo, todos os pré-candidatos devem estar cientes de que, até julho, aqueles que não atingirem dois dígitos nas pesquisas correm o risco de ficar fora da disputa eleitoral.
A pressão por resultados expressivos é intensa, já que a disputa pode exigir investimentos significativos, com valores que podem ultrapassar R$ 20 milhões. Portanto, a estratégia e o apoio popular serão cruciais para a viabilidade das candidaturas.
